Maestro Gil JardimRealizou sua graduação no Departamento de Música da ECA-USP, tendo tido aulas com Olivier Toni, Gilberto Mendes, Willy Correa de Oliveira e Jean Noel Shagard, entre outros. Tornou-se docente dessa mesma escola no final de 1984. Atualmente é Professor Livre Docente.
Desenvolve uma carreira profissional versátil e arrojada, unindo a performance como maestro, a docência, a pesquisa e ainda escrevendo música para seus projetos especiais. Tem se destacado por marcantes atuações em concertos com diversas orquestras sinfônicas nacionais e internacionais.
Em 2005, lançou o livro “O Estilo Antropofágico de Heitor Villa-Lobos”, em edição promovida pela Philarmonia Brasileira/VIVO; gravou e lançou o CD “Villa-Lobos em Paris” que em 2006 foi contemplado com o “Diapason d’Or” e o “Prime de Cultura da Revista Bravo”. (Esse trabalho foi levado à Paris, no ano Brasil na França.) Nesse mesmo 2006 realizou palestras na Universidade de Roma “Tor Vergata” e no Instituto Ítalo-Latino Americano de Roma, Itália, sobre a música de Heitor Villa-Lobos.
Durante os oito anos como diretor da OCAM-USP, implantou um conceito de trabalho renovador, colocando-a em evidência no cenário musical brasileiro, com uma média de 30 récitas anuais, com solistas consagrados, nacionais e internacionais.
Com versatilidade, desenvolve seu trabalho fortemente marcado pela habilidade em extrair da fusão entre elementos da música étnica e erudita brasileira, resultados de grande magia e expressão artística. Nessa linha de trabalho, destacam-se os ciclos de concertos com personalidades musicais como Egberto Gismonti, Milton Nascimento, Naná Vasconcelos, Ivan Lins, César Camargo Mariano, Leila Pinheiro, Gianluca Littera, entre vários outros.
Entre os trabalhos no exterior, o maestro já dirigiu orquestras como a Brooklyn Academy of Music Symphony Orchestra, de Nova York; a Royal Philharmonic Concert Orchestra, de Londres; a Camerata Mexicana; a Orquestra Regionalle del Lazio i Roma e a Orquestra de Camara Mayo, de Bueno Aires.
Escreveu e dirigiu música para diversas produções junto ao Balé do Teatro Castro Alves (Bahia), e o Ballet da Cidade de São Paulo I e II.
Na chefia do CMU criou e foi o Diretor Geral de festivais internacionais de grande repercussão: Festival Ex Toto Corde (Cordas), Percussivo USP 2008 - Festival Internacional de Percussão Contemporânea e também o Festival Leo Brower (trazendo o compositor cubano pela primeira vez ao Brasil).
Entre Outubro e Novembro de 2008 realizou tournée de 40 dias com 27 concertos nos EUA, à frente da Orquestra Philarmonia Brasileira tendo como solista o consagrado saxofonista Branford Marsalis. Esse ciclo de concertos, “Marsalis Brasilianos”, contemplou de maneira especial a obra de Heitor Villa-Lobos e percorreu o país do Pacífico ao Atlântico.
Em Novembro de 2009, Gil Jardim trabalhou para a cooperação entre três importantes organismos musicais da Universidade de São Paulo (CMU – OSUSP – IEB) para a produção do Simpósio Internacional Heitor Villa-Lobos. Em Dezembro, finalizou o ano com o 2O. Festival Leo Brouwer, com a presença do compositor mais uma vez no Brasil.
Em Novembro de 2009, Gil Jardim trabalhou para a cooperação entre três importantes organismos musicais da Universidade de São Paulo (CMU – OSUSP – IEB) para a produção do Simpósio Internacional Heitor Villa-Lobos. Em Dezembro, finalizou o ano com o 2O. Festival Leo Brouwer, com a presença do compositor mais uma vez no Brasil.
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