A Orquestra Philarmonia Brasileira foi criada pelo Mto. Gil Jardim, em 1995, no formato de uma Orquestra de Câmara com a finalidade imediata de realizar a turnê nacional do espetáculo “Amigo”, de Milton Nascimento. Portanto, entre 1995 e 96, percorreu dezenas de cidades brasileiras com um grupo formado por 35 musicistas e dois corais infantis com aproximadamente oitenta crianças. Após a tournée nacional, o Mto. Gil Jardim dirigiu os concertos internacionais do CD Amigo viajando com os corais infantis e o Quinteto base Orquestra. Os concertos internacionais aconteceram com a Camerata Mexicana, no México; a Brooklyn Academy of Music Symphony Orchestra, em Nova Iorque e com a Royal Philarmonic Orchestra, em Londres.
A alta qualidade técnica e artística do grupo – formado por instrumentistas brasileiros de primeiríssima qualidade – estimulou a realização de vários outros projetos de grande envergadura, tanto no campo da música clássica quanto da música popular. Aliás, essa é a principal característica da Orquestra Philarmonia Brasileira: a alta qualidade de realização artística, seja no âmbito da música clássica ou popular.
Egberto Gismonti, Naná Vasconcelos e Milton Nascimento foram parceiros constantes da Orquestra Philarmonia Brasileira. Inúmeros outros projetos foram desenvolvidos tendo como convidados artistas como César Camargo Mariano, João Bosco, Uakti, Dori Caymmi, Paulo Bellinatti, Tavinho Moura e Fernando Brant, Beto Guedes, Nivaldo Ornelas, entre muitos outros.
Através dos arranjos e direção do Mto. Gil Jardim, esteve presente na gravação de CDs de artistas como Leila Pinheiro, Ivan Lins, Pedro Camargo Mariano, Milton Nascimento & Gilberto Gil, etc.
Realizou marcantes projetos de música orquestral e MPB pelos vários teatros do SESC, de São Paulo. Dentre eles estão o Café com Leite, Sons de Orquestra, Encontro Nacional de Arranjadores e Maestros e o espetáculo Chorando Alto. Em Ilha Bela, realizou o encerramento do I Festival de Verão de Música Instrumental Brasileira tendo como solistas com Gilberto Gil, Egberto Gismonti e o argentino Dino Saluzi. Além de eventos fechados para empresas como Bank Boston e Clariant, entre outros.
A Orquestra Philarmonia Brasileira é concebida numa estrutura modular, apta a se moldar conforme as proposta artística que abraça. Sempre constituída por musicistas de destaque, a exemplo dos componentes do Quarteto Amazônia, Quinteto Villa-Lobos, Banda Mantiqueira, e outros grandes profissionais brasileiros.
No campo da música clássica citamos os concertos com a Soprano canadense Measha Brueggergosmann, em São Paulo e no Rio de Janeiro em 2008, e agravação do CD VILLA LOBOS em PARIS, trabalho premiado com o Diapason d’Or e o Prime de Cultura da Revista Bravo/Brasil no ano de 2006.
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