Tournée Brandfor Marsalis Português - BR

CONCERTO PHILARMONIA BRASILEIRA & MEASHA BRUEGGERGOSMAN

MEASHA BRUEGGERGOSMAN, excepcional cantora canadense,
vem ao Brasil pela primeira vez para concertos promovidos
pela Antares, com patrocínio da KPMG e lançamento
pela Universal Music do CD Surprise

Divertindo-se com a dificuldade para pronunciar seu próprio nome, esta jovem estrela incluiu instruções para aprender a pronunciá-lo em seu website www.measha.org. Fugindo ao estereótipo comum de cantora lírica, é extrovertida e sempre sorridente e surgiu no cenário internacional como uma das mais surpreendentes revelações da música lírica internacional. Apresenta-se regularmente nas mais prestigiadas casa de ópera e à frente de orquestras e regentes da primeira linha do cenário internacional. Vem pela primeira vez à América do Sul para dois recitais/concertos (ela atua na primeira parte acompanhado por piano e na segunda por uma orquestra local) no Teatro Alfa (São Paulo) no dia 6 de dezembro e na Sala Cecília Meireles (Rio de Janeiro) no dia 10 de dezembro. Paralelamente, fará o lançamento do CD “Suprise” em que canta obras de William Bolcom, Arnold Schoenberg e Eric Satie.

Nas apresentações no Brasil, Measha cantará na primeira parte canções de Xavier Monsalvatge, Eric Satie e Joaquin Turina, acompanhada ao piano por David Eliakis com quem têm trabalhado nos últimos anos em recitais, em rádio e televisão. Na segunda parte, canta obras de Chausson, Villa Lobos e Gershwin, acompanhada de uma formação de câmara. Em São Paulo, ela divide o palco com a Orquestra Philarmonia Brasileira e no Rio de Janeiro com a Orquestra Petrobrás Sinfônica. As duas orquestras serão regidas pelo Maestro paulistano Gil Jardim, diretor artístico da OCAM – Orquestra de Câmara da Universidade de São Paulo.

MEASHA BRUEGGERGOSMAN

Apontada pelo jornal San Francisco Chronicle como “uma cantora com raros dons e grande intensidade artística” e exaltada pelo Miami Herald por “uma voz soberba e capaz de praticamente tudo”, é aclamada pela crítica internacional não somente por sua musicalidade inata e voz voluptuosa, mas também por sua soberana presença de palco. Extraordinária versatilidade, musicalidade intuitiva e radiante qualidade de estrela conquistaram-lhe um exclusivo contrato com, a gravadora Deutsche Grammophon. Sua primeira gravação neste selo será lançada nos Estados Unidos, Europa e Brasil simultaneamente.

Seu repertório de largo espectro e profundo compromisso artístico coloca Measha Brueggergosman junto às melhores orquestras internacionais e aos mais respeitados maestros dos nossos tempos. Na temporada 2007/2008 apresenta a Nona Sinfonia, de Beethoven, com Pinchas Zuchermann e a National Arts Centre Orchestra e com Leonard Slatkin e a National Symphony Orchestra; Glagolitic Mass, de Janáček, com Michael Tilson Thomas em sua estréia com a London Symphony Orchestra ; Les nuits d’été, de Berlioz, com Vasily Petrenko e a NDR Hannover Orchestra; e Poèmes pour Mi, de Messiaen, com David Robertson e a Royal Concertgebouw Orchestra.

Em recitais inclui músicas que podem ser escutadas com menos freqüência, de Bolcom, Chauusson e Turina ao lado de trabalhos mais familiares de Mahler, Ravel e Strauss. A agenda sempre lotada de Measha inclui recitais solo no Toronto´s Roy Thomson Hall, na University de Chicago, Speed Endowed Series, o Verbier Festival, World Expo 2005 em Aichi, no Japão, Kennedy Center, Carnegie Hall, Festivais de Edinburgo e Bergen, entre muitos outros. Outras aparições incluem o Fórum Econômico Mundial de Davos por dois anos consecutivos, celebração do Dia do Canadá no Parlamento canadense, espetáculo patrocinado pela MAC Cosméticos em que dividiu o palco com Bill Clinton e Bill Gates, uma Royal Command Performance para a Rainha Elizabeth II, além de recital em que cantou para Nelson Mandela e inúmeros líderes políticos canadenses.

Measha Brueggergosman foi vencedora do Grand Prize no 2002 Jeunesses Musicales Montreal International Competition e também foi premiada na Dutch International Vocal Competition´s – Hertogenbosch, no Wigmore Hall em Londres, George London Foundation em Nova Iorque, no Queen Sonja International Music Competition em Oslo, e no ARD Music Competition em Munich. Também trabalhou com músicos como Christoph Eschenbach, Brigitte Fassbaender, Margo Garrett, Hakan Hagegard, Jessye Norman, Rudolf Piernay e Thomas Quasthoff.

No terreno discográfico gravou ainda pela CBC Records os álbuns So Much to Tell e Êxtase.

A CRÍTICA:

“Corajosa, linda e majestosa, Measha Brueggergosman extasiou uma casa cheia no Vail's Gerald R. Ford Amphitheater na noite de sexta-feira. No seu debut com a New York Philharmonic, o soprano canadense decorou a gala de abertura da quinta residência da orquestra no Bravo! Vail Music Festival com uma presença excepcional, carisma e uma voz brilhante. Do momento que entrou no palco, a jovem diva – usando um vestido de um vermelho encantador – surpreendeu a todos com sua particular e emocionante interpretação de três árias .... Brueggergosman, aos 30 anos, apresenta-se com segurança, polimento e maturidade como a das mais experientes artistas. Sua voz cultivada, dicção precisa e impressionante controle da respiração moldaram com beleza cada stanza.” Sabine Kortals, Denver Post, 22 de Julho, 2007

“É impressionante quando um artista consegue fazer um espaço enorme como o Carneghie Hall parecer íntimo”. Mas é ainda mais notável quando uma cantora pode causar um impacto enquanto se apresenta no gramado do Central Park, onde ela é apenas um mero ponto no palco para os ouvintes sentados à distância. Measha Brueggergosman, soprano de 30 anos de idade, teve personalidade e voz grandes o suficiente para comunicar-se com uma platéia de 65 mil pessoas no Central Park, terça-feira, no seu debut com a New York Philharmonic, regida por Andrew Davis. ... Measha, vestida em um estonteante vestido roxo e verde, projetou-se através dos barulhos da cidade e ofereceu uma amostra da sua cálida, voluptuosa e expressiva voz e de seu fraseado cuidadosamente esculpido.”Vivien Schweitzer, The New York Times, 19 de Julho, 2007.

DAVID ELIAKIS

Nascido em Toronto, colabora com algumas das estrelas do Canadá. Recentemente incorporou-se ao Toronto Opera Repertoire como pianista e ensaiador nas produções de Un Ballo in Maschera e La Bohème, de Puccini, sob a regência de Giuseppe Macina. Eliakis trabalhou também como ensaiador para o Aspen Summer Music Festival Opera Theatre Centre na produção de La Traviata regida pelo muitas vezes ganhador do Grammy, Julius Rudel. Formado em piano pela Universidade de Toronto, durante seus anos na universidade, começou a trabalhar como pianista acompanhador do professor de canto Jean Mac Phail. Trabalha em tempo integral nesta universidade como ensaiador vocal e pianista acompanhador e também atua em recitais. Trabalhou com diversos artistas renomados como Martin Isepp, Dalton Baldwin, Graham Johnson, Rudolf Jansen, Roger Vignoles, e Stuart Hamilton.

GIL JARDIM

Diretor artístico e regente titular da Orquestra de Câmara da Universidade de São Paulo – OCAM. Atualmente, é o Chefe do Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da USP, onde é docente desde 1984 e leciona Regência Orquestral. Em 2005 lançou o livro “O estilo Antropofágico de Heitor Villa-Lobos”, em edição promovida pela Philarmonia Brasileira/VIVO, gravou e lançou o CD “Villa-Lobos em Paris”, que em 2006 foi contemplado com o “Diapason d’Or” e o “Prime de Cultura da revista Bravo”. Esse foi um ano que se iniciou com as palestras realizadas na Universidade de Roma “Tor Vergata” e no Instituto Ítalo-Latino Americano de Roma, Itália, sobre a música de Heitor Villa-Lobos. Durante os seis anos que dirige a OCAM-USP implantou um conceito de trabalho renovador colocando-a em evidência no cenário musical brasileiro, com uma média de 30 récitas anuais, com solistas consagrados nacionais e internacionais. Nessa linha de trabalho destacam-se os ciclos de concertos com personalidades musicais como Egberto Gismonti, Milton Nascimento e Naná Vasconcelos. Entre os trabalhos no exterior, o maestro já dirigiu orquestras como a Brooklyn Academy of Music Symphony Orchestra, de Nova York, a Royal Philharmonic Concert Orchestra, de Londres, a Camerata Mexicana, a Orquestra Regionalle del Lazio i Roma e a Orquestra de Camara Mayo, de Bueno Aires. Na temporada 2007 , atua em concertos com a Orquestra de Câmara da USP e com a Orquestra Experimental de Repertório, grava 2 novos CDs (Jobim e Villa-Lobos), coordena o Congresso de Educação Musical USP-MEC, dirige o 3o. Encontro Nacional para uma Política de Internacionalização da Música Clássica Brasileira, entre outros importantes empreendimentos.

ORQUESTRA PHILARMONIA BRASILEIRA

Dirigida pelo Maestro GIL JARDIM e foi criada para realizar a tournée sinfônica nacional e internacional de Milton Nascimento, num ciclo de aproximadamente 25 apresentações pelo país em 1994/95, além de apresentações no exterior de sua seção rítmica com a Camerata Mexicana, Brooklyn Academy of Music Symphony Orchestra e a Royal Philharmonic Concert Orchestra. Participou de inúmeros eventos, entre eles o lançamento da Fundação Ayrton Senna, no Anhembi/SP e também o evento de lançamento da primeira etapa da reforma da Sala São Paulo, para convidados do Bank Boston. Com Egberto Gismonti, a ORQUESTRA PHILARMONIA BRASILEIRA, realizou dezenas de espetáculos no Brasil. Produziu o premiado CD “Villa-Lobos em Paris”, agraciado com os prêmios “Diapason d’Or” (na primeira edição da revista Diapason no Brasil/2006), e o “Prime de Cultura da Revista Bravo” ,também em 2006. Realizou diversas colaborações com o SESC - São Paulo, em projetos de música orquestral e MPB, como “Café & Leite’ – este com dez solistas Paulistas e dez Mineiros (João Bosco, Beto Guedes, Tavinho Moura, Fernando Brandt, Uakti, César Camargo Mariano, André Mehmari, etc); “Sons de Orquestra”, “Encontro Nacional de Arranjadores, entre vários outros. Teve em seu quadro nomes expressivos no panorama da música instrumental brasileira, como Antonio Carlos Carrasqueira, Naylor de Azevedo Proveta, Marcelo Jaffé, Mayra Moraes, Horácio Schaeffer, Ruy Deuscth, entre muitos. Participou ainda de gravações de CDs de Gilberto Gil & Milton Nascimento, Ivan Lins, Leila Pinheiro, César Camargo Mariano, “Villa-Lobos em Paris”, e em diversos projetos especiais de gravadoras e selos independentes.

ORQUESTRA PETROBRAS SINFÔNICA

Criada em 1987 por Armando Prazeres, é considerada hoje uma das melhores orquestras da América Latina, tanto em sonoridade quanto em conjunto. Seu sucesso é fruto de uma estratégia que sempre permitiu que a orquestra apresentasse a seu público espetáculos de nível internacional a preços populares e apresentando nomes como os de Nelson Freire, Arnaldo Cohen, Barry Douglas, Antonio Meneses, Mikhail Rudy, Nathalie Stutzmann, Sarah Chang, David Garret, Augustin Dumay, Shlomo Mintz, Joshua Bell, entre outras estrelas nacionais e internacionais. Entre seus Diretores Artísticos, a Orquestra Petrobras Sinfônica teve Armando Prazeres (1987 – 1998), o mexicano José Guadalupe Flores (1999), Roberto Tibiriçá (2000 - 2003) que a incluiu definitivamente na lista das principais orquestras latino americanas, e atualmente é dirigida por Isaac Karabtchevsky.

Fotos da tournée

Measha Brueggergosman & Orquestra Philarmonia Brasileira Measha Brueggergosman & Orquestra Philarmonia Brasileira Measha Brueggergosman & Orquestra Philarmonia Brasileira Measha Brueggergosman & Orquestra Philarmonia Brasileira Measha Brueggergosman & Orquestra Philarmonia Brasileira Measha Brueggergosman & Orquestra Philarmonia Brasileira Measha Brueggergosman & Orquestra Philarmonia Brasileira Measha Brueggergosman & Orquestra Philarmonia Brasileira Measha Brueggergosman & Orquestra Philarmonia Brasileira Measha Brueggergosman & Orquestra Philarmonia Brasileira Measha Brueggergosman & Orquestra Philarmonia Brasileira

Orquestra
Philarmonia Brasileira

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